Black Friday: Como marcas devem agir quando apenas o volume não basta?
- Léo Ávila

- 27 de nov. de 2025
- 1 min de leitura

A Black Friday se aproxima e, como todos os anos, o volume de ofertas, barreiras e estímulos se intensifica. Descontos maiores, captações mais agressivas, corridas ao clique. Mas o que poucas marcas consideram é que o volume sem sentido, no final, gera fatiga, de consumidor, de colaborador, de marca.
Dados recentes mostram que em 2025 o crescimento esperado para vendas nessa época está mais modesto do que nos anos anteriores. Isso significa que a competição não está apenas em quem reduz mais o preço, mas em quem entrega mais valor, mais relevância e mais responsabilidade. Marcas que investem só em “mega ofertas” correm o risco de parecerem iguais a tantas outras.
Estratégia de Black Friday, então, não pode ser apenas “vamos colocar tudo em promoção”. Deve começar cedo, considerar jornada, comunidade, inovação, sustentabilidade. O consumidor está mais crítico, mais consciente e mais seletivo. Ele quer saber: “Vale mesmo? Essa marca me respeita? Essa compra faz sentido?”. Nesse cenário, criar campanhas com “ruído de preço” não basta, é preciso criar ruído de cultura.
Ajudamos marcas a desapegar da lógica “um dia = volume máximo” e focar em “valor contínuo”. Isso significa construir campanhas que engajam antes, durante e depois; que conectam com propósito e que respeitam tanto o consumidor quanto o planeta. Porque desconto só é vantagem se não custar confiança.
Se sua marca está olhando para a Black Friday como “corrida para vender”, é hora de repensar. Não se trata apenas de faturar mais, trata-se de ganhar respeito, fidelidade e credibilidade. E isso, sim, faz marca durar.



Comentários